Quem muito se ausenta, deixa de fazer falta

quinta-feira, junho 12, 2014

Quem me conhece sabe que eu demoro para me apegar a pessoas. E sabe também que desapegar de quem demonstra que não precisa de mim na sua vida, também é algo para o qual tenho muito jeito.

Depois de constantes desilusões com alguém, é melhor deixar para lá. É como aquela história do dente que nos magoa e pronto, se o arrancarmos vai ficar um vazio mas, pelo menos, deixará de nos incomodar... e doer.

Após vários meses do último erro da personagem que decidi afastar pois só me estava a fazer mal, recebi uma mensagem como quem não quer a coisa e ainda com um tom de "arrogância" de que não esperava que eu a "arrancasse" de uma rede social, como quem diz, da minha vida. Nem tive coragem de responder. Convenhamos, depois de quase um ano decidiu vir à minha procura ou se preocupar com o que eu estava a fazer na vida? É que é cá com uma piada. 

Risadas à parte pela insolência, devo confessar que ora me sinto mal por não ter respondido e não querer recuperar - se é que tinha salvação - a relação com a pessoa ora me sinto bem por continuar fiel a mim própria e não deixar que quem não me fez bem pela forma como tratou a minha amizade que sentia, se aproximar novamente.

O facto, claro para mim, é que deixou de fazer falta. Tenho memórias boas, viverei delas.


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